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segunda-feira, 14 de março de 2011

Marilyn Moroe

 O início da carreira

MM em cena de Os Homens Preferem as Louras
Marilyn começou a carreira em alguns pequenos filmes, mas a sua habilidade para a comédia, a sua sensualidade e a sua presença em eventos levaram-na a conquistar papéis em filmes de grande sucesso, tornando-a numa das mais populares estrelas de cinema dos anos 50. Tinha 1,67 m de altura, 94 cm de busto, 61 cm de cintura e 89 cm de quadril. Apesar de sua beleza deslumbrante, suas curvas e lábios carnudos, Marilyn era mais do que um símbolo sexual da década de 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência, junto com sua inata sensualidade, a tornaram querida no mundo inteiro. Ao mesmo tempo que era uma menina frágil e inocente, era uma mulher dominante e irresistivelmente sedutora.
O primeiro papel de Marilyn no cinema foi uma participação não creditada em Sua Alteza, a Secretária (The Shocking Miss Pilgrim, 1947), de George Seaton. Contracenou rapidamente com Groucho Marx em Loucos de Amor, (Love Happy, 1950), de David Miller. Nesse mesmo ano conseguiu um pequeno mas influente papel no thriller de John Huston, O Segredo das Joias, (The Asphalt Jungle) e o papel de Claudia Caswell em A Malvada, (All About Eve), estrelado por Bette Davis e dirigido por Joseph L. Mankiewicz, tendo recebido muitos elogios. A partir daí, participou de filmes como Sempre Jovem, (As Young As You Fell, 1951), de Harmon Jones, O Inventor da Mocidade, (Monkey Business, 1952), de Howard Hawks e Almas Desesperadas, (Don't Bother to Knock, 1952), de Roy Baker. No entanto, foi sua performance em Torrentes de Paixão, (Niagara, 1953), de Henry Hathaway, que a tornou estrela. Marilyn fez o papel de Rose Loomis, uma jovem e bela esposa que planeja matar seu velho e ciumento marido, personagem de Joseph Cotten.

O sucesso

O sucesso de Marilyn em Torrentes de Paixão lhe rendeu, no mesmo ano, os papéis principais em Os Homens Preferem as Louras, (Gentlemen Prefer Blondes), de Howard Hawks, que contou com a participação de Jane Russell, e Como Agarrar um Milionário, (How to Marry a Millionaire), de Jean Negulesco, com participação de Lauren Bacall e Betty Grable. A revista Photoplay votou Marilyn como melhor atriz iniciante de 1953 e, aos 27 anos de idade, ela era sem dúvida a loira mais amada de Hollywood.



MM em show para as tropas americanas na Coreia
No dia 14 de janeiro de 1954, Marilyn casou com seu namorado, o jogador de baseball Joe DiMaggio, em São Francisco, na Califórnia. Eles namoravam há dois anos quando Joe pediu a seu agente que organizasse um encontro para os dois jantarem e a pediu em casamento. "Eu não sei se estou apaixonada por ele ainda", disse Marilyn à imprensa logo no início de seu relacionamento, "mas eu sei que eu gosto dele mais do que qualquer homem que já conheci". Durante sua lua de mel em Tóquio, Marilyn fez uma performance para os militares que serviam na Coreia. A sua presença causou quase um motim, e Joe se mostrava claramente incomodado com aqueles milhares de homens desejando sua mulher. Ela era muito coniçada, sua beleza chamava atenção e isso causava brigas e ciúmes com todos os homens que teve.
Infelizmente, a fama de Marilyn e sua figura sexual tornaram-se um problema em seu casamento. Nove meses depois, no dia 27 de outubro de 1954, Marilyn e Joe se divorciaram. Eles atribuíram a separação a "conflitos entre carreiras", e permaneceram bons amigos.
Em 1955, Marilyn estava pronta para livrar-se da imagem de furacão loiro. Isso tinha dado a ela o estrelato, mas agora tinha a oportunidade e a experiência, Marilyn queria seguir com seriedade a carreira de atriz, queria experimentar novas sensações e poder mostrar que era mais que uma mulher que atiçava o imaginário sexual dos homens. Ela mudou-se de Hollywood para Nova York, para estudar na escola de atores de Lee Strasberg. Em 1956, Marilyn abriu sua própria produtora, Marilyn Monroe Productions. A empresa produziu os filmes Nunca Fui Santa, (Bus Stop, 1956), de Joshua Logan e O Príncipe Encantado, (The Prince and the Showgirl, 1957), dirigido e coestrelado por Sir Laurence Olivier. Esses dois filmes serviram para Marilyn mostrar seu talento e versatilidade como atriz. Em 1959, Marilyn brilhou em Quanto Mais Quente Melhor, (Some Like It Hot), de Billy Wilder, e teve seu trabalho reconhecido ao vencer o Globo de Ouro de "Melhor Atriz em Comédia".
Marilyn em O Pecado Mora ao Lado
No dia 29 de junho de 1956, Marilyn casou-se com seu novo namorado, odramaturgo Arthur Miller. O casal se conheceu através de Lee Strasberg, e amigos disseram que ela o deixava de "joelhos bambos". Enquanto eles estavam casados, em 1961, Arthur escreveu o papel de "Roslyn Taber" de Os Desajustados, (The Misfits), especialmente para Marilyn. Dirigido por John Huston e coestrelado por Clark Gable e Montgomery Clift, este acabou sendo o último filme completo de Marilyn e a despedida das telas de Gable.
Infelizmente, o terceiro casamento de Marilyn terminou, dessa vez no dia 20 de janeiro de 1961. A data do divórcio, ocorrido no México, foi escolhida por ser o dia da posse do presidente John F. Kennedy, nos Estados Unidos, numa tentativa de manter a separação fora das manchetes. A tática não funcionou e mais uma vez a vida de Marilyn foi alvo de fofocas, escãndalos, capas de jornais e revistas pelo mundo.
Marylin já era amante de Kennedy muito antes dele entrar na Casa Branca. Kennedy ficara obcecado por ela durante sua recuperação de uma operação na coluna que o deixou imobilizado. Seu irmão Bobby pendurou, de cabeça para baixo, um poster onde Marilyn vestia um blusa decotadíssima, um short curto e estava de pernas totalmente abertas, em frente à cama do seu quarto e isso fez Kennedy ficar loucamente atraído por ela.
O caso entre eles teve início depois de seu divórcio de Joe di Maggio e continuou enquanto ela esteve casada com Arthur Miller. Eles se encontravam na suíte dele do Carlyle Hotel, em Nova Iorque, ou na casa de praia de Peter Lawford, em Santa Monica. O FBI grampeou a casa de praia de Lawford e John Edgar Hoover, o chefe do FBI, usou as gravações para manter seu cargo quando Kennedy tentou demiti-lo. Hoover também insinuou que alguém mais havia grampeado a casa - a Máfia, com que Kennedy cruzara durante as eleições.
Robert Kennedy, o irmão mais novo do presidente, por vezes se relacionava com as mulheres de John. Era o chefe de Hoover e, como procurador federal, estava determinado a acabar com a Máfia. Advertira o presidente para deixar Marilyn, pois os chefes mafiosos poderiam usar o caso contra ele, já que seria um escândalo se soubesse que ele mantinha um caso por fora da mídia.
Apesar de suas ilusões, Marilyn sabia que Kennedy desejava apenas a estrela cintilante de cinema, não a mulher que era. Ele pretendia livrar-se dela com elegância, pois esse relacionamento lhe prejudicaria perante os poderoso da política. Marylin, então resolveu dar um grande presente a Kennedy, dar a ele um último momento de glória: Em seu aniversário, Peter Lawford levou-o à sede do Partido Democrático, onde ela cantou com voz lasciva "Feliz aniversário, senhor presidente". Ela estava com um belo vestido que o diplomata Adlai Stevenson descreveu como feito de "pele e pérolas. Só que não vi as pérolas." John Kennedy disse: "Já posso me retirar da política, depois de ter ouvido este feliz aniversário cantado para mim de modo tão doce e encantador."
Nos Golden Globes de 1962, Marilyn foi nomeada a "personalidade feminina favorita de todo cinema A morte
Seu fim triste aconteceu na manhã do dia 5 de agosto de 1962. Aos 36 anos, Marilyn faleceu enquanto dormia em sua casa em Brentwood, na Califórnia. A notícia foi um choque, propagado pela mídia, explorando sobretudo o caráter misterioso em que o fato se deu, prevalecendo a versão oficial de overdose pela ingestão de barbitúricos. O brilho e a beleza de Marilyn faziam parecer impossível que ela tivesse deixado a todos. Ninguém sabe de fato o que aconteceu naquela noite. Ouviu-se o barulho de um helicóptero. Uma ambulância foi vista esperando fora da casa dela antes que a empregada desse o alarme. As gravações de seus telefonemas e outras evidências desapareceram. O relatório da autópsia foi perdido. Toda a documentação do FBI sobre sua morte foi suprimida e os amigos de Marilyn que tentaram investigar o que acontecera receberam ameaças de morte. No dia 8 de agosto de 1962, o corpo de Marilyn foi velado no Corridor of Memories, nº 24, no Westwood Memorial Park em Los Angeles.
Há suspeitas fortíssimas de que Marilyn foi sufocada até a morte pela máfia, um grupo terrorista que assassina pessoas. Eles tinham ligação com Keneddy e ele era amante a anos de Marilyn, a máfia pode ter descoberto esse envolvimento e como precaução, já que Marilyn poderia saber da máfia, eles a assassinaram, para que ela não denunciasse a polícia que esse grupo terrorista estaria ameaçando a vida de Kennedy.

domingo, 13 de março de 2011

Pin'ups e a moda

Pin-up é um termo para representação de mulheres voluptuosas, em lingeries sensuais mas não muito reveladoras, cinta-liga, saltos altíssimos, cabelos com cachos glamorosos e batom vermelho. Tudo isso em uma aura de inocência num tom provocativo e instigante. A vulgaridade passa longe do estilo pin-up!

Várias atrizes famosas entraram pra história com seu look pin-up, entre elas Rita Hayworth (Gilda), Ava Gardner (Mogambo) e Marilyn Monroe (O pecado mora ao lado), que foi a grande representante do estilo. E nos desenhos, a eterna Betty Boop, que estampa vários produtos e é febre de consumo entre as brasileiras.


Mas não pense que o estilo das pin-ups ficou reservado somente aos anos 40! Até hoje ainda temos muita influência deste estilo, que está de volta com tudo e tem sido inspiração de muitas famosas que querem um look mais glamoroso, sendo frequente seu uso em shows e nos tapetes vermelhos. A influência é tanta que a revista Vanity Fair traz todo mês um especial com jovens atrizes, e todas em looks pin-ups! Ainda tem alguma dúvida de que o estilo pin-up está com tudo? Veja as famosas que representam o estilo atualmente e corra para o seu batom vermelho, a cinta-liga e o baby-liss já!

 A cantora Katy Perry e a atriz/modelo Dita Von Teese são, atualmente, as maiores representantes do estilo. Katy Perry é apontada como a grande responsável pela volta do pin-up à moda do momento.

 

 As cantoras Christina Aguilera e Gwen Stefani também são adeptas do estilo. Christina baseou-se na época de 30 e 40 para a produção do seu disco “Back to Basics”, onde praticamente todos os clipes tiveram a temática pin-up. Já Gwen adota o estilo com pitadas de modernidade, e nesta foto ela está divulgando o perfume de sua coleção, a L.A.M.B


A atriz Katherine Heigl (Izzie de Grey’s Anatomy) tem sido apontada como uma das mulheres mais glamurosas de Hollywood, e não é por menos. Sua pose e sua atitude é sensual sem ser vulgar, tudo a ver com o estilo pin-up. Scarlet Johansson também segue a mesma linha, porém assim como Gwen Stefani, sempre dá umas pitadas de modernidade aos seus looks retrô que apresenta nos tapetes vermelhos.

 Como fazer pra ter um visual pin'up:

Lingerie
Lembre-se sempre que as pin-ups nunca são vulgares. Aquela calcinha de tirinha com estampa de oncinha que você coloca em ocasiões especiais está fora de cogitação. Aposte nos espartilhos, nas cinta-ligas com meias 3/8 e nas rendas.
Roupas
As roupas das pin-ups são justas sem revelarem muito. Aqui vale o jogo do esconde-esconde: as roupas são usadas para insinuar as curvas do seu corpo. Aposte nas roupas com um look mais antigo, como vestidos e saias rodadas, camisas com botões estratégicos abertos e um nó embaixo, e os shorts curtos com cintura alta.
Maquiagem
Delineador no estilo “gatinho” e batom vermelho são seus maiores aliados. As pin-ups geralmente possuíam a pele bem branquinha, portanto o blush deve ser aplicado em tons leves, somente nas maçãs do rosto, para dar aquele look ingênuo. Invista também nos cílios bem longos: use uma máscara alongadora, curvex ou cílios postiços.
Cabelos
Chapinha e pin-ups não combinam. Os cabelos das pin-ups seguiam a moda da época, ou seja, cachos glamurosos feitos com bobes grandes. Hoje em dia você pode utilizar os baby-liss de espessura mais grossa. Mas se você não tiver isso à mão, invista em um bom penteado clássico, como o coque, e um lenço amarrado como tiara.


Agora você está pronta para entrar no estilo das pin-ups e esbanjar glamour e sensualidade!



 Creditos: http://divadiz.com/

Betty Grable

Batty Grable, uma das pin'ups reais mais famosa!


Sua foto em traje de banho, olhando para trás por sobre o ombro direito, transformou-a na maior das pin-ups durante a II Guerra Mundial. A imagem foi posteriormente incluída numa lista compilada pela revista LIFE, 100 Photos that Changed the World (As 100 Fotos que Mudaram o Mundo).


Grable era mais conhecida por suas pernas esculturais, mostradas em todos os musicais em Technicolor nos quais ela trabalhou para a 20th Century Fox e que foram seguradas pelo Lloyd's de Londres em US$ 1.000.000 por perna.
Após o período de guerra, ela seguiu fazendo musicais. Foram no total 25, em 13 anos. Depois disso só brigas com os estúdios, até que seu contrato foi suspenso. Ela ainda fez alguns trabalhos na TV, sem grande sucesso e estreou alguns musicais, como Hello Dolly! no teatro.
Foi casada duas vezes primeiro com Jackie Coogan e depois com Harry James com quem teve dois filhos e de quem também acabou se divorciando.
Betty Grable morreu de câncer de pulmão, em 1973, com apenas 56 anos.

Bondage

Pra quem leu a biografia da Bettie Page e ficou se perguntando o que é bondage taí a explicação:


Bondage é um tipo específico de fetiche, geralmente relacionado com sadomasoquismo, onde a principal fonte de prazer consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração.

Objetos utilizados

Bettie Page

Bettie Page (22 de abril de 1923 – 11 de dezembro de 2008) foi uma modelo estadunidense que se tornou famosa na década de 1950 por fotos de temática pin-up e fetichista.
Ela é frequentemente chamada de "Rainha das Pinups" e seu visual, cuja marca registrada eram os cabelos pretos lustrosos e uma franja, influenciaram dezenas de artistas. Page foi também uma das primeiras "Playmates do Mês" da Playboy, aparecendo na edição de janeiro de 1955 da revista.
O final de sua vida foi marcado por depressão, mudanças violentas de ânimo e vários anos de internação em um hospital psiquiátrico público. Em 1959, ela se converteu ao cristianismo, posteriormente trabalhando para Billy Graham. Após anos de obscuridade, ela presenciou uma retomada de sua popularidade durante a década de 1980.



Biografia

Betty Mae Page foi a segunda de seis filhos de Walter Roy Page e a Edna Mae Pirtle. A família vivia em condicões financeiras precárias não repousando por muito tempo no mesmo lugar, com a queda da bolsa em 1929 a situacão piorou. Os pais se divorciaram em 1932. No ano anterior Walter havia sido preso por alcoolismo e desordem. Edna Pirtle se estabeleceu em dois empregos, enviando Bettie e duas de suas irmãs para um orfanato por um ano. Aos quinze anos de idade Bettie fora violentada pelo próprio pai, quando ele havia voltado a morar com a família. Em idade tenra, Page conheceu responsabilidades duras e aprendeu a tomar suas próprias decisões.
Entre o coro da igreja e o salão de beleza que Edna trabalhava, Bettie mantinha seu tempo costurando. Bettie foi considerada uma estudante excepcional. Mostrou sempre interesse pelo cinema e a vida de modelo. Coordenou o grupo de arte dramática e se formou bacharel em Artes no Peabody College em 1943.
No mesmo ano, casa-se com Billy Neal, seu namorado. Mudam-se para São Francisco.


Carreira

Em São Francisco obteve seu primeiro trabalho como modelo. Ainda com Neal, viaja para o Taiti, onde é revelado um mundo exótico, muito explorado pela arte em volta do ícone Bettie Page, as mulheres morenas de sol. Assim como Luz Del Fuego, Bettie passou tomar banhos de sol nua ou mesmo se exercitar. Com cinco anos de casada, divorcia-se de Neal e muda-se novamente, dessa vez para Nova Iorque. Passeando em Coney Island, conhece o policial Jerry Tibbs, por volta de 1950. Tibbs era também fotógrafo amador, ele cria a "pin-up" Bettie. Ele mencionaria que sua testa era larga demais para usar o cabelo partido ao meio. Bettie eterniza a franja convexa lisa.
Bettie interveio na moda. Criou seus maiôs e bikinis e a tanga clássica de oncinha.
Mas apenas os fotógrafos Irving Klaw e Bunny Yeager imortalizariam a pin up Bettie Page. Bettie há muito havia trocado a cadeira de secretária pela vida de modelo. Os horários eram independentes, a carga horária menor e o sálario maior. Quando ela resolveu posar para Klaw aceitou o contrato dele que afirmava que o pagamento só seria disponível mediante poses com bondage.
O então presidente do Senado Carey Estes Kefauver contrário as fotografias de Irving Klaw, pela apologia ao sadomasoquismo requisitou a própria modelo a depor.
Várias publicações da época como Eyeful, Beauty Parade ou Wink a procuraram. Em janeiro de 1955 é capa da Playboy e no mesmo ano recebe das mãos de Hugh Hefner o título de "A Miss Pin Up Girl do Mundo". Hefner foi um dos maiores benfeitores de Bettie até o final de sua vida.

Final de carreira

Casa-se novamente, com Armand Walterson, e em 1958 desaparece da vida pública sem uma razão definida. Alguns culpam o caso Kefauver x Klaw outros atribuem ao casamento com Walterson. Sabe-se que após seu casamento com Walterson, Bettie tornou-se numa devotada religiosa.
Sua última entrevista foi em 1962, focada em aspectos do divórcio com Walterson.
Faleceu aos 85 anos, em 11 de dezembro de 2008, de pneumonia, uma semana após sofrer um ataque cardíaco do qual não recobrara a consciência, entrando em coma.